Se você ainda não usa o mel
na sua alimentação, saiba que está perdendo os diversos benefícios que
este alimento oferece para nossa saúde. Natural e completo, o mel é
riquíssimo em elementos nutritivos. De acordo com a Organização Mundial
de Saúde, ele tem mais de 70 substâncias essenciais ao organismo. Contém
água, frutose, sacarose, glicose (carboidratos), potássio, ferro,
sódio, enxofre, cobre, fósforo, zinco, selênio, cloro, cálcio, magnésio,
vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e alguns tipos de
aminoácidos (proteínas).
Depois desta vasta lista de nutrientes, fica fácil saber por que o mel deve constar na dieta de todos, com exceção de pessoas diabéticas. Os benefícios do mel
são conhecidos há muito tempo e você com certeza já ouviu aquela
receitinha caseira infalível que leva o ingrediente, mas vale a pena
reforçar o que este rico alimento pode fazer.
Substituir o açúcar pelo mel é uma escolha saudável e
mais saborosa. Uma colher (chá) de açúcar fornece cerca de 40 calorias,
enquanto a mesma medida de mel contém 25 calorias. Mesmo assim, o ideal é
consumir diariamente até duas colheres (sopa) para aproveitar todos os benefícios do mel
para a saúde. Com poder adoçante duas vezes maior que o do açúcar, pode
ser usado na combinação com frutas, leite, iogurte, pães e biscoitos,
cereais e até bebidas, como sucos e cafés. É também um ótimo complemento
alimentar.
Além de ser um excelente adoçante natural, o mel
pode ajudar a tratar de doenças como gripe, asma, amigdalite,
bronquite, problemas de circulação e dos músculos. A substância
produzida pelas abelhinhas é ainda um dos melhores e mais eficientes
remédios contra os efeitos da gripe e resfriados e prepara o corpo para
se defender de infecções. O mel também fortalece o sistema nervoso,
ajuda a desintoxicar, facilita a digestão, é um excelente antisséptico e
antibiótico.
E a lista não para por aí. Como efeitos do mel,
podemos citar ainda que ele protege de infartos e reduz o colesterol,
previne a anemia, acalma e combate a insônia, cura feridas e
queimaduras.
Tipos de mel
Conheça os tipos de mel mais encontrados nas prateleiras e saiba para que cada um deles é indicado.
Mel de flor de eucalipto: é escuro e tem gosto forte. Indicado para aliviar tosse e sintomas de resfriado, bronquite, sinusite e dor de garganta.
Mel de flor de laranjeira:
é um dos mais saborosos. Claro e perfumado, é indicado para acalmar,
combater a insônia, regular o intestino e prevenir cãibras.
Mel de flor do campo (silvestre):
A cor e o gosto variam de acordo com a variedade das plantas que o
originaram. Ótimo para soltar o intestino e eliminar toxinas do
organismo.
Também conhecida como gripe , a influenza é uma infecção do sistema
respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, que são
responsáveis por um grande número de internações hospitalares no País. A
doença inicia-se com febre alta, em geral acima de 38ºC, seguida de dor
muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse seca. A febre é o
sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas
respiratórios como a tosse e outros, tornam-se mais evidentes com a
progressão da doença e mantêm-se em geral por três a quatro dias após o
desaparecimento da febre. É uma doença muito comum em todo o mundo,
sendo possível uma pessoa adquirir influenza várias vezes ao longo de
sua vida. É também freqüentemente confundida com outras viroses
respiratórias, por isso o seu diagnóstico de certeza só é feito mediante
exame laboratorial específico.
Vacinação contribui para a redução de óbitos
A vacina é a melhor estratégia para reduzir e prevenir complicações da doença. No ano passado, os óbitos pelo vírus caíram 64%.
A vacina contra a gripe éa melhor estratégia disponível para a
prevenção da influenza e suas consequências. As campanhas de vacinação
realizadas pelo Ministério da Saúde têm conseguido índices cada vez
maiores de imunização. Isso se reflete na redução de casos e óbitos pelo
vírus da gripe no país. . Em 2010, 148 pessoas morreram por conta de
complicações. No ano passado, o Ministério da Saúde registrou 53 mortes,
o que representa uma redução de 64%.
Os casos registrados também caíram de um ano para o outro. Em 2010, o
Ministério da Saúde registrou 746 casos de pessoas infectadas pelo vírus
na forma mais grave. Já no ano passado, foram 598 pessoas, o que dá uma
redução de 20%.
As internações por complicações da gripe também caíram 44% no ano
passado. Em 2010, foram hospitalizadas 9.383 pessoas com febre, tosse,
dispnéia – dificuldade em respirar, acompanhada de mal-estar. No ano
passado, foram 5.230 pessoas.
Para seguir nessa tendência de queda dos óbitos e casos registrados,
será lançada, neste sábado, a 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a
Gripe, com o dia D de mobilização nacional. A campanha começa neste
sábado (5) e segue até o dia 25 de maio.
A vacina é segura e protege contra os três principais vírus que
circulam no hemisfério sul no ano anterior, entre eles o da influenza A
(H1N1). Ela proporciona impacto direto na diminuição dos casos e gastos
com medicamentos para tratamento de infecções secundárias, das
internações hospitalares e da mortalidade.
No ano passado, além de idosos e populações indígenas, atendidos desde
1999, foram imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e
profissionais da saúde. Ao todo, 25,13 milhões de pessoas receberam a
vacinação em 2011. A cobertura vacinal da população alvo da campanha
chegou a 84%.
Neste ano, o Ministério da Saúde consolidou a ampliação do público-alvo
na última campanha e acrescentou a população prisional, que, por estar
em confinamento, está mais vulnerável a doenças, sobretudo, as
respiratórias.
Entre os adultos saudáveis, a vacina pode prevenir entre 70% e 90% de
casos de gripe. Entre idosos, reduz as doenças graves e complicações em
até 60%, e as mortes em 80%. A vacinação pode reduzir ainda entre 32% e
45% as hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.
Quem pode se vacinar?
A vacina estará disponível nos postos de vacinação do SUS para a
população a partir dos 60 anos, além dos trabalhadores das unidades de
saúde que fazem atendimento para a influenza, crianças da faixa etária
de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes, povos indígenas, população
prisional e pacientes com comorbidades, mediante indicação médica,
conforme as indicações do Centro de Referência para Imunobiológicos
Especiais (CRIE).
Quem se vacinou no ano passado, precisa se vacinar de novo?
Sim. Após a vacina, a imunidade dura de 6 a 12 meses. Também a
composição da vacina e produção é anual conforme os vírus que circularam
no ano anterior.
Fora do período da campanha é possível se vacinar?
Não. Após a campanha, só serão vacinadas a população prisional e pessoas que apresentem condições clínicas especiais nos CRIE.
Vou ficar gripado (a) após me vacinar?
Não. A vacina contra a influenza (gripe) é inativada, contendo vírus
mortos, fracionados ou em subunidades não podendo, portanto, causar
gripe. Quadros respiratórios simultâneos podem ocorrer sem relação
causa-efeito com a vacina. Na época em que a vacina é aplicada, circulam
diversos vírus respiratórios diferentes – que não o da gripe em questão
–, e as pessoas podem adquiri-los, pois não estão imunizadas
especificamente contra cada um deles.
Há alguma contraindicação?
A vacina não é recomendável para quem tem alergia à proteína do ovo, a
quem teve reações adversas a doses anteriores ou a um dos componentes
da vacina. Nestas situações recomendamos avaliação do medico assistente
para maiores orientações.
Quais os meios de transmissão?
A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da
pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após
contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias
podem levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz.
Quais os sintomas da doença?
Os sintomas, muitas vezes, são semelhantes aos do resfriado, que se
caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores, com
congestão nasal, rinorréia, tosse, rouquidão, febre variável, mal-estar,
mialgia e cefaléia.
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br
Alimentação e gripe A.
Sem dúvida que a alimentação é importante no
caso da Gripe A, apesar de ser uma doença respiratória vírica e não uma
toxinfecção alimentar, a alimentação exerce um papel crucial no
equilíbrio do indivíduo infectado, onde os principais sintomas são os
semelhantes a uma gripe comum, diferenciada por uma febre repentina
acima dos 39 ºC, pingo do nariz, dor de cabeça, nos músculos e nas
articulações, falta de apetite, vómito, diarreia.
Esta nova estirpe causa náuseas, vómitos e diarreia. As primeiras
pessoas infectadas provavelmente tiveram contacto com porcos em
explorações agrárias, agora o contacto decorre pela proximidade entre
pessoas, especialmente por gotas de saliva, tosse e espirros.
Devemos evitar durante a doença a ingestão de cafeína (café, chá
preto, chocolate) pois essa substância reduz as nossas reservas de
zinco.
Dever-se-á eliminar também os lacticínios e os açúcares refinados da
alimentação enquanto doentes, pois esses alimentos só contribuirão para a
formação de muco e para dificultar a eliminação do vírus, para além de
que o açúcar tem um efeito pernicioso: o de deprimir o sistema
imunológico. A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAUDE (OMS) refere ausência
de risco no consumo de produtos de origem suína, desde que bem
cozinhados, sendo seguro comer carne de porco cozida em temperatura
superior a 70°C. Alimentos como presunto, salsichas e bacon também não
trazem riscos.
Posto isto, devemos reforçar as nossas defesas com a ingestão de alimentos ricos em:
Vitamina C:
é um antioxidante importante para a pele, ossos, cartilagens, dentes
saudáveis e cicatrização. Auxilia na absorção do ferro, as suas fontes
alimentares são: vegetal de folhas verdes, tomates, pimentos, kiwis,
citrinos, morangos, melão, ananás, este fruto é rico em bromeleína, uma
enzima derivada deste fruto que possui acção anti-inflamatória e
analgésica, e os respectivos sumos;
Vitamina A:
protege as mucosas das infecções, sendo importante para o crescimento, a
boa visão, pele saudável e as suas fontes alimentares são: cenouras,
ovos, pimentos, batata-doces;
Vitamina E:
um antioxidante que ajuda também na cicatrização, sendo necessários
para os nossos glóbulos vermelhos e sistemas nervosos saudáveis, as suas
fontes alimentares são óleos vegetais, principalmente o azeite extra
virgem abacate, nozes, sementes, ovos e grãos integrais;
Zinco:
combate as infecções, aumenta a imunidade, é necessário para o
desenvolvimento sexual e reprodução, sua fontes alimentares são: carne
de vaca, frango, ovos, aveia, cajus, sementes de girassol e abóbora;
Selénio:
um excelente antioxidante e aumenta também as nossas defesas, as suas
fontes alimentares são: nozes, sementes, miudezas, peixe, carne de
porco, ovos, frango, bacalhau, salmão, sementes de girassol e de
abóbora;
Para além das recomendações nutricionais é de fundamental importância
a higiene das nossas refeições, sendo imperioso cumprir as boas
práticas na hora de armazenar, preparar, confeccionar e servir as
refeições sobretudo aos grupos de risco, como as crianças, grávidas,
idosos e imunodeprimidos, para isso menciono algumas regras muito
importantes:
Visto que o vírus também, pode estar nas mãos das pessoas infectadas e
em superfícies, como mesas e utensílios em geral os profissionais da
restauração, bem como as donas de casa devem obedecer algumas regras:
Lavar as mãos e antebraços com água e sabão bactericida, enxaguar em água corrente e secar com papel descartável.
Manter os cabelos apanhados e cobertos, as unhas curtas e limpas.
Não tossir ou espirrar sobre os alimentos. O uso de máscaras descartáveis ao preparar os alimentos também pode ser recomendado.
Lavar as mãos antes de manipular os alimentos e sempre depois de:
usar o WC; tossir; espirrar; tocar no rosto; tocar no lixo; tocar em
embalagens ou alimentos crus; manusear dinheiro ou tocar nos sapatos;
sempre que necessário
Lavar as mesas e bancadas de trabalho com água e sabão. Depois de secas, passar álcool 70%.
Utensílios como garfos, facas, copos, pratos devem ser lavados com
água e detergente e depois enxaguados. Quando lavados à máquina, a água
quente já faz o processo de desinfecção, mas podemos finalizar passando
álcool 70% ou deixando de molho em solução clorada por 15 minutos.
O que é a linhaça? A linhaça é a semente do linho. É usada há mais de 5000 anos e hoje é considerada um alimento funcional devido aos seus conhecidos benefícios para a saúde. Dela se extrai um óleo de grande valor nutricional e na prevenção de doenças.
Quais são os benefícios da linhaça? A linhaça é rica em ácidos graxos essenciais, mais conhecidos como ômega 3 e ômega 6. Estes ácidos graxos auxiliam na prevenção de doenças cardiovasculares reduzindo o LDL (colesterol ruim) e impedindo seu acúmulo nas artérias. Na composição da semente de linhaça também estão presentes proteínas, fibras, vitaminas e minerais, que lhe conferem a propriedade de alimento funcional. Por isso, auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer; melhora o funcionamento intestinal, contribui para a estabilidade da glicemia em diabéticos e possui propriedades antioxidantes que retardam o envelhecimento celular.
Qual a melhor forma para ingerir a semente de linhaça? A semente de linhaça moída traz mais benefícios nutricionais que a semente inteira, que possui uma casca resistente, difícil de digerir. Portanto, uma forma fácil de quebrar as sementes é passá-las em um processador ou liquidificador usando apenas a tecla pulsar para que não vire pó e perca as funções de fibra. Depois, guarde-as em refrigerador, fora da luz. Desta forma, a utilização será ainda melhor. As sementes podem ser utilizadas em iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, misturada à cereais, massas de pães e bolos e em todos os outros alimentos. As sementes também podem substituir o óleo ou gordura utilizada em uma receita. Por exemplo, se uma receita pedir 1/3 xícara (chá) de óleo, use 1 colher (sopa) de semente de linhaça moída, em substituição.
Existem diferenças entre a semente de linhaça marrom e a dourada? Do ponto de vista nutricional, elas são semelhantes pois possuem os mesmos nutrientes. Porém, a linhaça marrom é cultivada em regiões de clima quente e úmido (o que frequentemente exige o uso de agrotóxicos) e possui uma casca mais resistente. A semente dourada é plantada em regiões frias, cultivada de forma orgânica e seu sabor geralmente é mais suave do que o da marrom.
O que é óleo de linhaça? O óleo de linhaça é extraído da semente inteira, usando métodos de extração a frio, desenvolvidos especialmente para este fim. O produto obtido pode ser comercializado de duas formas: engarrafado, para ser usado em saladas ou pratos frios ou em cápsulas gelatinosas, utilizadas como suplementação de ômega 3. É importante ressaltar que algumas propriedades funcionais da linhaça são encontradas na casca e portanto não estão presentes quando somente o óleo é ingerido.
Qual a quantidade de linhaça deve ser ingerida por dia para se obter seus benefícios? Ainda não existe um consenso sobre a quantidade ideal de consumo. Na maioria dos estudos existentes, os benefícios foram alcançados com a ingestão média de uma a duas colheres (sopa) de semente de linhaça ao dia. Deve-se evitar o consumo excessivo devido ao seu conteúdo calórico (cada colher de sopa tem aproximadamente 66 calorias) e pelo risco de interferir na absorção de outros nutrientes. Para facilitar a adaptação e digestão, recomenda-se que a inclusão da linhaça na alimentação diária seja gradativa.
Os Omega 6 são ácidos gordos essenciais para o bom funcionamento do
organismo no ser humano. Os Omega 6, assim como os Omega 3, fazem parte
das conhecidas gorduras benéficas, participando no nosso organismo em
múltiplos e delicados processos bioquímicos e hormonais de
extraordinária importância para todos os sistemas orgânicos. Contudo não
são produzidos pelo organismo humano e, portanto, devem ser adquiridos
através da ingestão de determinados alimentos. Os ácidos gordos
essenciais Omega 6 caracterizam-se, quimicamente, por terem 6 átomos de
carbono antes a primeira dupla ligação a contar da ponta oposta ao
radical COOH.
FONTES DE ÔMEGA-6
Aves de capoeira
Abacate
Ovos
Leite
Lula
Peixes de água quente
Cereais
Assados
Nozes
A maioria dos óleos vegetais
Óleo de prímula
Óleo de borragem
Óleo de semente de groselha
Óleo de linhaça
Óleo de cânhamo
Óleo de soja
Óleo de algodão
Óleo de semente de girassol
Óleo de milho
Óleo de açafrão
Sementes de abóbora
O PAPEL DO OMEGA-6 NO CORPO HUMANO
O Omega 6 está presente em vários alimentos, tendo um papel
fundamental no nosso organismo, pois estes ácidos cooperam em variados e
importantíssimos processos bioquímicos e hormonais, suportando a
geração de pele e cabelos, ajudando a manter a saúde dos ossos,
regulando o metabolismo e auxiliando na saúde reprodutiva.
OS BENEFÍCIOS DO OMEGA 6
Boa Manutenção e Prevenção da Osteoporose
Os ácidos Omega 6 ajudam a manter os ossos fortes e saudáveis no
nosso corpo. Quando o nosso corpo é deficiente em Omega 6, esta falta
pode resultar numa perda óssea e uma condição de saúde conhecida como
osteoporose. Além disso, os ossos precisam de cálcio para se manterem
fortes e manterem a sua densidade. Os Omega 6 facilitam assim o
crescimento e a resistência óssea, aumentando a nossa capacidade de
absorver cálcio.
Pele saudável e Tratamento do Eczema e Dermatite Atópica
O Omega 6 é um ingrediente essencial na nossa dieta para a pele
saudável, pois desempenha papel importante na formação das membranas das
células saudáveis. O ómega 6 provou ser eficaz para algumas pessoas a
dar o relevo para o eczema e a dermatite atópica. O óleo de prímula é
comummente utilizado para completar o ómega 6 para essa finalidade.
Alergias
Há alguma evidência de que as pessoas que são propensas a alergias
podem beneficiar de um aumento da ingestão de ácidos gordos essenciais.
Vários remédios caseiros usam Omega 6 para essa finalidade. No entanto,
não suporta os resultados científicos que este é eficaz.
Síndrome Pré-Menstrual
Algumas mulheres usam o óleo de prímula, um suplemento à base de
Omega 6, para aliviar a dor da ternura do peito antes do seu período.
Este suplemento também tem sido utilizado para tratar outros sintomas da
síndrome pré-menstrual (SPM), incluindo irritabilidade e inchaço
causado pela retenção de líquidos. Os estudos clínicos têm sido
realizados sobre a eficácia do ómega 6 para aliviar a TPM e têm mostrado
resultados variados.
OS EFEITOS NEGATIVOS DO OMEGA 6
O uso excessivo deste tipo de gordura na alimentação moderna provoca
um desequilíbrio na proporção entre os ácidos gordos essenciais ómega 6 e
os ácidos gordos essenciais ómega 3 cujo rácio varia, nas sociedades
desenvolvidas, entre 8:1 e 20:1. Esta situação favorece a produção de
mediadores bioquímicos pró-inflamatórios.
Compreendemos assim que se agravem todas as doenças que se desenvolvem
com processos inflamatórios crónicos como são, por exemplo, as doenças
auto-imunes, alergias, doenças reumáticas, doenças cardiovasculares e
acne.
CONCLUSÃO
O Omega 6 revela-se como um ingrediente essencial ao corpo humano,
como referido, nos mais diversos processos do organismo. A falta ou o
excesso de ómega 6 pode resultar em graves efeitos negativos, por isso o
seu consumo deve ser regulado/controlado de modo a que possa apenas
usufruir dos efeitos benéficos que estes ácidos gordos lhe proporcionam.
Efeito tira-fome
A semente
de chia é rica em fibras tanto solúveis quanto insolúveis. A
nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, conta que
essas fibras
ajudam a regular o trânsito intestinal, evitando ou tratando a prisão
de ventre, por exemplo. Enquanto a aveia possui 9,1g de fibras a cada
100g do grão, a chia tem 13,6g de fibra. "Ela também proporciona mais
saciedade, pois em contato com líquido no interior do estômago forma uma
espécie de 'gel' que dilata o estômago, ajudando também no
emagrecimento", explica.
Ômega-3, o amigo do coração
É,
sem dúvida, o carro-chefe nutricional da chia. A porção de semente de
chia tem nada menos que 400% da nossa necessidade diária de ômega-3.
É claro que quando pensamos em ômega-3, logo nos lembramos de peixes,
principalmente o salmão, que é muito rico desse nutriente. Porém, de
acordo com as nutricionistas, 100 gramas da semente de chia têm oito
vezes mais ômega-3 que um pedaço médio de salmão.
De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, esta gordura do bem é
responsável por afastar de perto as doenças cardiovasculares. Ela reduz
a formação de coágulos sanguíneos e arritmias, diminui o colesterol
circulante no sangue e também aumenta a sensibilidade à insulina. "Além
disso, o ômega-3 ajuda na regulação da pressão dos vasos sanguíneos uma
vez que aumenta a fluidez sanguínea, evitando assim, o aumento da
pressão arterial", completa a nutricionista.
Além de todos esses benefícios, o ômega-3 é importante para
fortalecer o sistema neurológico, além de evitar depressão e aumentar a
absorção de nutrientes.
Mais cálcio que o leite
Essa
é para os intolerantes à lactose e precisam de uma fonte de cálcio
segura - segundo a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro, 100
gramas da semente de chia (equivalente a sete colheres de sopa) tem
seis vezes mais cálcio que meio copo de leite integral - que tem em
média 246 mg do nutriente. "O cálcio presente na chia ajuda na formação
da massa óssea, evitando a osteoporose", explica a nutricionista Roseli
Rossi. Uma porção de semente de chia (25 gramas) tem cerca de 21% das
nossas necessidade diárias de cálcio.
Mais ferro que o espinafre
Uma ótima notícia para quem torce o nariz para espinafre e outros vegetais ricos em ferro, ou mesmo sofre de anemia
ferropriva - necessitando, portanto, ingerir boas fontes de ferro.
De acordo com a nutricionista Vivian Goldberger, 100 gramas da semente
de chia oferecem três vezes mais ferro que a mesma quantidade de
espinafre, por exemplo. Para ilustrar melhor: uma porção da semente tem
67.8% das nossas necessidades diárias em ferro.
Proteínas para os músculos
Ótima
para quem faz atividade física e precisa de uma boa fonte de proteínas
para a reconstrução muscular, 100 gramas da semente de chia carregam 16g
de proteína em sua composição. "Enquanto em 100 gramas de arroz
integral cru há 8 gramas de proteína
e no milho verde cozido há 3 gramas, por exemplo", conta a
nutricionista Roseli Rossi.
A vantagem da superdose é que a semente ajuda na manutenção de massa
muscular, fornece mais energia para as células nervosas e ainda pode
complementar as necessidades proteicas - uma porção da semente de chia
tem 8.6% das nossas necessidades diárias nesse nutriente.
Carrega magnésio
Essencial para o pleno funcionamento do nosso cérebro e ligações
cognitivas, o magnésio também está muito presente na semente de chia.
"Em comparação com 100 gramas de brócolis, a semente de chia tem 15
vezes mais magnésio", conta a nutricionista Vivian Goldberger. A porção
possui 27.9% das nossas necessidades diárias desse nutriente.
Vitamina A para os olhos
A porção diária da semente de chia possui cerca de 20% das nossas
necessidades dessa vitamina. "Ela melhora sistema imunológico e protege a
pele e os olhos contra o processo de envelhecimento", conta a
nutricionista Roseli Rossi.
Potássio contra câimbras
Esse nutriente tem grande participação na ação muscular, sendo essencial
para quem pratica exercícios físicos todos os dias. De acordo com as
nutricionistas, 100 gramas da semente de chia têm duas vezes mais
potássio que duas bananas grandes. Nesse caso você pode até consumir a
dupla junto, garantindo potássio de sobra para a atividade física. Uma
porção de chia tem 6.4% das nossas necessidades diárias de potássio.
Vitaminas do Complexo B
A
semente de chia também possui em sua composição a niacina, a tiamina e a
riboflavina, todas vitaminas do complexo B. Elas são fundamentais para o
pleno funcionamento do nosso sistema nervoso, além de auxiliar no
metabolismo das nossas células, fazendo com que nosso organismo todo
funcione melhor. A porção da semente tem 13% das necessidades diárias de
niacina, 4.6% das de riboflavina e 30% das de tiamina.
Antioxidantes contra radicais livres
A semente de chia possui ácido cafeico e ácido clorogênico, ambos
antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, combatendo o
envelhecimento celular e prevenindo nosso organismo contra diversas
doenças, inclusive o câncer.
Manganês extra
A porção da semente de chia tem 63.5% das necessidades diárias de
manganês. "Esse nutriente participa na síntese de várias reações
enzimáticas, além de estimular o crescimento dos ossos e do tecido
conjuntivo", conta a nutricionista Roseli Rossi.
Cheia de zinco
Esse nutriente melhora nossa imunidade, paladar, olfato e visão. Também
promove a liberação do hormônio do crescimento e ajuda na formação de
colágeno. Na porção de chia você encontra 12.3% das necessidades diárias
de zinco.
Rica em cobre
"Ele facilita a
absorção do ferro, é catalisador na formação da hemoglobina, melhora
imunidade e ajuda na formação de elastina e colágeno", conta a
nutricionista Roseli Rossi. A porção da semente possui 30.5% das
necessidades diárias de cobre.
Brownie de chocolate light com semente de chia
(Rendimento: 14 porções)
Ingredientes:
2 xícaras de leite de soja
1 xícara de óleo
2 ovos grandes inteiros
2 xícara de farinha de trigo sem glúten
1 e 1/2 xícara de semente de chia
1 xícara e meia de adoçante
1 colher de sopa de fermento em pó químico
1 e 1/2 xícara de cacau em pó
Modo de preparo:
1. Bata no liquidificador o leite de soja quente com a farinha de trigo sem glúten, até obter uma massa leve e homogênea.
2. Acrescente o óleo e os ovos e bata novamente até virar uma mistura fina e reserve.
3. Misture em uma vasilha a semente de chia, o chocolate e o açúcar.
4. Despeje a mistura do liquidificador sobre os ingredientes secos, misturando bem e batendo em batedeira elétrica.
5. Por último acrescente o fermento em pó químico, só mexendo, sem bater.
6. Despeje a massa em forma untada e enfarinhada (sem glúten).
7. Asse em forno médio pré-aquecido. Almôndegas com semente de chia
Ingredientes:
1 kg de patinho moído
1 cebola bem picada
1 ovo
3 colheres de sopa de semente de chia
1 colher de sopa de shoyu light
Modo de preparo:
1. Misture todos os ingredientes, menos a farinha.
2. Vá acrescentando a semente de chia aos poucos, até dar consistência necessária para formar as bolinhas.
3. Leve as almôndegas ao forno pré-aquecido e vire de vez em quando, até estarem cozidas.
4. Sirva com molho de tomates frescos.
O mamão é uma fruta excelente para a saúde. Em geral, ela é conhecida apenas por sua capacidade de ser benéfica para o intestino. Os especialistas sugerem que porções de frutas devem ser comidas todos os dias. Veja porque o mamão deve ser incluído em sua alimentação com freqüência.
1. Bom para o intestino. Essa é a propriedade mais conhecida do mamão. Ele possui enzimas que digerem proteínas únicas, o que facilita a digestão, além de conter fibras. Tudo que possui fibras evita a prisão de ventre.
2. Alivia os sintomas da sinusite. De acordo com a Health,
um estudo alemão mostrou que o mamão possui uma enzima chamada
bromelina que ajuda reduzir o muco e a inflamação. Inclua a frutinha em
sua salada de frutas!
3. Bom para reduzir o colesterol. É uma excelente fonte de fibras e se for associado a uma alimentação saudável e com a prática de exercícios pode contribuir para a redução do colesterol.
4. Melhora a saúde óssea.
Devido ao fato de ter ácido fólico (derivado da vitamina B) que ajuda a
prevenir fratura de ossos e osteoporose relacionada, segundo a revista
Health.
5. Livre do câncer do colo. O mamão
tem propriedades antioxidantes, que mostrou estar associado com a
redução do câncer do colo, combatendo os radicais livres, segundo o Vitamins Diary.
6. Combate doenças da vesícula biliar nas mulheres. O mamão tem duas vezes mais vitamina C que a laranja. Segundo um estudo
da Universidade da Califórnia, descobriu que mulheres possuem níveis
mais baixos de vitamina C e por isso são mais propensas a ter problemas
de vesícula. Mamão é uma fruta rica em vitamina C. Delicie-se!
7. Contra doenças cardíacas.
Rico em antioxidantes, que são nutrientes que previnem a oxidação do
colesterol, evitando, assim, que se formem placas nas paredes dos vasos
sanguíneos, o que pode causar ataques de coração e derrames, segundo o WH Foods.
8. Pele de pêssego. Com todas as propriedades citadas, já deve ter concluído que o mamão
é um alimento extraordinário e o reflexo disso é uma pele de pêssego,
se associado com uma alimentação saudável e com a ingestão de bastante
água.
9. Bom para os joelhos. Segundo a RD, a vitamina C presente no mamão pode proteger os joelhos e as estruturas de apoio. Joelhos fortes! Coma mamão.
10. Saboroso e versátil.
Pode comê-lo puro, colocá-lo no meio de saladas (inclusive de frutas),
sucos, vitaminas e, até mesmo, fazer máscaras para a pele. Quem não se
lembra das famosas máscaras de mamão para o rosto feitas pelas vovós?
Frutinha poderosa! Viu só? O mamão serve para muito mais coisas que você nem imaginava.
Para garantir que os alimentos conservados na geladeira estejam sempre próprios para o consumo, devemos observar
tanto o prazo de validade, como a forma que estão dispostos nas
prateleiras e gavetas.
Se você costuma deixar os alimentos na
geladeira de qualquer jeito, achando que vão ficar conservados para
sempre, não se engane.
Nem sempre os sinais de que o alimento
está estragando são visíveis e isso poderá ser prejudicial para sua
saúde, uma vez que pode causar intoxicação.
A
disposição dos alimentos dentro da geladeira também é importante, pois
alguns produtos precisam ficar em temperaturas mais frias do que outros.
Por isso, é importante saber a forma ideal de guardar os alimentos
depois das compras no supermercado de acordo com a temperatura que eles
necessitam. Ou seja, os mais frios na pare superior, perto do congelador
e os que precisam de menos refrigeração na parte inferior.
Organização
Na prateleira superior deixe os alimentos que precisam de mais refrigeração.
As prateleiras intermediárias restantes podem ser reservadas para guloseimas ou ainda as sobras de alimentos.
Nas prateleiras inferiores podem ficar produtos ou alimentos que necessitam de menos conservação.
Já
nas gavetas ficam as frutas e verduras. Lembrando que elas devem ser
lavadas e armazenadas em saquinhos transparente para então serem
guardadas.
Coloque os produtos que mais usa de forma visível, para facilitar na hora de procurá-los.
Aproveite o espaço
Utilize
sempre potinhos ou recipientes com tampa. Eles podem ser retangulares
ou quadrados assim poderão ser colocados uns em cima dos outros ocupando
menos espaço.
Muita atenção à borracha da geladeira e a porta aberta. O refrigerador é responsável por cerca de 30% do consumo da casa.
Descongele periodicamente o congelador, muito gelo faz com que o motor da geladeira trabalhe 30% a mais que o normal.
Para
garantir a integridade dos alimentos verifique se a temperatura do
refrigerador está correta. Ela deve estar marcando de 4,5 ºC ou menos e
para congelamento, -18 ºC ou menos.
Evite
Deixar
latas abertas na geladeira. O correto é guardar os alimentos em
recipientes bem fechados, ou colocar as sobras em pratinhos. Neste caso,
não esqueça de cobrir o recipiente com papel filme.
Guardar
catchup, mostarda, maionese e molho inglês na porta da geladeira. A
refrigeração na porta, principalmente em modelos mais antigos é menor.
Isso pode diminuir a validade dos alimentos.